
Coffe break na Travessa
o café da travessa
à luz de soleil
em tom de choro miúdo
de poeta experimental
são meus prantos marginais
dieteticamente matinais
é o blues que me corta
e sangra no pulso que pulsa
é a vida que cicatriza
com muita arnica e boemia
Escrito por Geórgia às 00h22
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