‘’ (...) que isso não é uma muleta,
é uma necessidade’’. Bukowski

...
não quero a mulher comum
não quero o amor comum
quero o amor que envenena e alimenta
aquele que me coma pelas beiradas
e me beba no gargalo
de uma forma pouco comum
...
o meu amor tão marginal e boêmio
às vezes hostil,
me leva a outros mares
e eu retorno, bêbado
náufrago de hemorragias emocionais
em carne viva; de uma forma incomum
Escrito por Geórgia às 18h38
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